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Mostrando postagens com marcador notícias de moda. Mostrar todas as postagens
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Sandália meia-pata está de volta!

O salto meiapata está de volta

Foto Divulgação/ Carmen Steffens

Já faz algum tempo que elementos antigos da moda têm batido na porta das novidades. Um deles é a sandália meia-pata, que volta com tudo nesta estação e promete fazer a cabeça (e os pés) das mulheres.

A plataforma meia-pata é versátil e pode ser usada com roupas de todos os comprimentos, dependendo apenas do estilo utilizado. Roupas delicadas, como vestidos sociais, não ficam bem com sandálias fortes. Em looks formais, usados à noite, a sandália pode vir acompanhada até mesmo de uma meia.

Segundo a consultora de moda Fernanda Coelho, a cor em destaque é o branco e os neutros, como bege e cáqui. Para não errar na combinação, ela dá a dica: “O salto meia-pata combina com todos os tipos de roupas. Para não errar, você tem que escolher bem o modelo da sandália, se ela é bem fechada e mais pesada, ou se é aberta e mais leve. Pode apostar nos contrastes: roupas leves e fluidas com uma sandália pesada”, afirma. Para a estação, as sandálias de tirinhas perdem espaço para os modelos fechados.

Se você ainda tem alguma dúvida de que a moda vai pegar, é só usar a calça de cintura alta como exemplo. “Muitos elementos que causam, a princípio, estranheza, podem demorar para voltar à moda. A calça de cintura alta, por exemplo, está tentando conquistar há várias estações mas vindo devagar, pois é mudança radical. A meia-pata é confortável e vai cair no gosto da maioria logo”, finaliza Fernanda.

Leia também - Roupas ideais para o seu corpo

Fonte - MBPress

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Excelentes Livros sobre moda

A editora Cia. das Letras, por exemplo, oferece duas obras interessantes, “O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas”, de Gilles Lipovetsky, e “A roupa e a moda: uma história concisa”, de James Laver.

Segundo a professora, a primeira é essencial para o entendimento do que a moda representa em nossa sociedade e a segunda é uma leitura muito agradável sobre a história da moda, com ótimas imagens e ilustrações.

Para conhecer a relação da moda com os padrões de beleza, Silvia Sato indica a leitura do livro “Beleza do Século”, de Dorothy Schefer Faux, da editora Cosac e Naif. Ele também conta a evolução dos cosméticos e perfumes.

Um belo livro com ótimas imagens sobre os principais criadores do século 20, segundo a professora, é o “Moda, o século dos estilistas: 1900-1999”, de Charlotte Seeling. “Ele é ótimo para entender a tendência seguida pelos estilistas no último século”, diz ela.

Já o “Fashion: a history from the 18th to the 20th century”, envolve o leitor na fascinante história da moda no Japão. “Este livro mostra o impressionante acervo do Museu de Moda de Kyoto, no Japão, com roupas raras dos principais criadores, com uma qualidade gráfica e edição impecáveis, com um preço muito justo”, aponta a personal stylist.

Fonte - MBPress

A editora Cia. das Letras, por exemplo, oferece duas obras interessantes, “O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas”, de Gilles Lipovetsky, e “A roupa e a moda: uma história concisa”, de James Laver.

Segundo a professora, a primeira é essencial para o entendimento do que a moda representa em nossa sociedade e a segunda é uma leitura muito agradável sobre a história da moda, com ótimas imagens e ilustrações.

Para conhecer a relação da moda com os padrões de beleza, Silvia Sato indica a leitura do livro “Beleza do Século”, de Dorothy Schefer Faux, da editora Cosac e Naif. Ele também conta a evolução dos cosméticos e perfumes.

Um belo livro com ótimas imagens sobre os principais criadores do século 20, segundo a professora, é o “Moda, o século dos estilistas: 1900-1999”, de Charlotte Seeling. “Ele é ótimo para entender a tendência seguida pelos estilistas no último século”, diz ela.

Já o “Fashion: a history from the 18th to the 20th century”, envolve o leitor na fascinante história da moda no Japão. “Este livro mostra o impressionante acervo do Museu de Moda de Kyoto, no Japão, com roupas raras dos principais criadores, com uma qualidade gráfica e edição impecáveis, com um preço muito justo”, aponta a personal stylist.

Fonte - MBPress

Submarino.com.br

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O que é alta costura?


O que é alta costura

A ousadia e tradição que acompanham a perfeição de linhas, caimento e volume das criações dos audaciosos estilistas da alta costura encantam e inspiram há mais de 150 anos. Mas você sabe o que é alta costura?

A alta costura é um trabalho artesanal, que realiza a fabricação de peças únicas e extremamente elaboradas.
“Para ser considerada uma roupa de “alta costura”, é preciso constar na restrita lista de profissionais estabelecida e regida, desde 1868, pela Câmara Sindical da Alta Costura (Chambre Syndical de la Haute Couture - Paris), além de seguir algumas regras como: empregar no mínimo 15 pessoas nos ateliês e apresentar à imprensa uma nova coleção a cada estação, pelo menos 35 modelos para noite e dia”, explica Marcelo Pedrozo, professsor de moda do Senac São Paulo.
Por [Vila fashion]

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Coco Avant Chanel

Coco Avant Chanel

Foto Divulgação

Parece que a grande estilista coco chanel nunca sai de moda. Conhecida em todo mundo por criar o tailleur feminino, o perfume Chanel nº 5 e popularizar o pretinho básico, ela sempre é notícia no mundo fashion.

Depois de ser tema de livro escrito pela jornalista francesa Edmonde Charles-Roux, que revela detalhes da sua trajetória, agora ela também será tema de filme.

Chamado de “Coco Avant Chanel”, o longa terá figurinos recriados por Karl Lagerfeld, diretor artístico da marca atualmente. A atriz Francesca Audrey Tautou, que já brilhou nas telonas em “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” e de “O Código Da Vinci” irá interpretar a criadora da grife Chanel no filme.

Com a produção da Warner Bros, as gravações do longa já começaram na capital francesa. O lançamento está agendado para 2009.

Por Juliana Lopes

Por [ Vila Fashion]

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A vida de Coco Chanel no cinema

A vida de Coco Chanel no cinema

Divulgação

Viciados no mundo fashion podem se frustrar um pouco com o filme que conta a trajetória de Gabrielle "Coco" Chanel. O longa, que chega aos cinemas brasileiros no final do mês, conta a história da personagem antes da fama. Da menina que é deixada pelo pai num orfanato (e espera que ele volte para buscá-la), da cantora de cabaré, da costureira de bainhas.

"Coco antes de Chanel" esmiúça a vida da menina do interior, magricela, que mudou o mundo da moda. Que deu liberdade e conforto às mulheres. Que, cheia de atitude, orgulho e certa dose de soberba, colocou seu nome do cortejado mundo da alta-costura.

A atriz francesa Audrey Tautou (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain) incorporou Coco de um jeito sublime. Embora o papel já a rondasse há bastante tempo, foi a abordagem simplista (tanto quando à própria história de Coco) que a encantou. "Eu não queria fazer uma biografia, participar de uma espécie de saga contando a vida dela do nascimento até a morte. Imagine que Chanel viveu 87 anos! Inevitavelmente cairíamos nos clichês que pontuaram sua trajetória, e isso não me interessava. Eu tinha o desejo secreto de receber um convite com um ponto de vista particular, porque a modernidade dessa personagem - seu espírito e o status que deu às mulheres - me fascina".

Coco, apelido dado pelo pai ainda na infância, dá nome ao império de Chanel. Etienne Balsan (Benoît Poelvoorde), o protetor que ofereceu refúgio seguro à jovem, também adora chamá-la assim. E aprendeu a amá-la, durante o período que dividiram o mesmo teto. O problema é que Coco não acreditava no amor.

Repetindo o padrão familiar, deixou o amor em segundo plano. Achava o casamento um erro e considerava opressoras às convenções de sua época. Preferia usar as roupas dos homens com quem se envolvia aos belos vestidos que eles por ventura lhe presenteavam. O único que amou de verdade - o inglês Boy Capel (Alessandro Nivola) - perdeu antes de poder desfrutar por completo. Tanto Etienne quanto Boy tiveram influência decisiva na trajetória de Coco. Um porque acreditava no talento dela. Outro porque estava por perto, sempre que ela precisou.

O filme deixa a nítida impressão de que Coco não foi feliz. Parecia que sempre estava faltando um pedaço, um algo a se buscar. "Perdi tudo ao perder Capel", declarou certa vez. E depois da morte dele, mergulhou intensamente no trabalho, inventando, criando, se profissionalizando mesmo. "Há nela uma grande determinação e muita vulnerabilidade ao mesmo tempo. Chanel possuía uma vitalidade incrível, oriunda de seu sofrimento", diz Anne Fontaine, diretora do thriller.

Audrey Tautou como Coco Chanel e Alessando Nivola como Boy Capel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel e Alessandro Nivola como Boy Capel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Audrey Tautou como Coco Chanel e Marie Gillain como Adrienne. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.Divulgação
Audrey Tautou como Coco Chanel e Alessando Nivola como Boy Capel. Foto: Chantal Thomine-Desmazures.

Coco não gostava de "precisar" de ninguém. A independência foi mais buscada que a felicidade. A liberdade mais almejada que o coração cheio. No início de um século que serviu de armadilha para muitas mulheres, ela preferiu à dureza ao sentimentalismo. Coco se inventou, chamou atenção pela provocação, quis que o mundo se adaptasse a sua personalidade. E o mundo, com gosto, assim o fez.

Influências

Quando foi deixada num orfanato do mosteiro de Aubazine, religiosas lhe ensinaram a arte da costura. E é de lá que vieram as primeiras influências: dos uniformes, sóbrio, pretos, e muito bem alinhados. Depois, para se diferenciar das prostitutas do cabaré onde cantava, preferia os vestidos simples, comedidos. Criou chapéus sem plumas, vestidos sem paetês. Mas a graciosidade e elegância apareciam mesmo por debaixo de panos simples. "O que torna uma roupa sublime é ganhar vida quando é vestida. O que Chanel deu às roupas femininas foi movimento. Ela ofereceu liberdade às mulheres", diz Anne.

O desfile final, que Coco observa sentada numa escadaria, contou com peças originais, todos emprestados pelo Conservatório Chanel. Ali, ela vê a vida passar novamente pelos olhos. E saboreia, comedida, seu triunfo. Um mito, ainda que melancólico.

Por Sabrina Passos (MBPress)

Por [Vila Fashion]

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Nem tudo que é moda é bonito ou combina com você!

Assim como nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que é moda é bonito ou combina com você. Eu já falei por aqui sobre o quanto é preciso pensar antes da compra se estamos adquirindo aquilo por uma necessidade real ou por um desejo despertado pela mídia, mas sinto que um parágrafo em uma coluna não tenha sido suficiente para esclarecer o tema.

Em primeiro lugar, a moda como o grande público consome, não é arte. É comércio.

E o intuito de qualquer comerciante é um só: vender. Para que isso aconteça todos os artifícios são usados: desfiles com modelos maravilhosas, propagandas e editoriais em revistas, merchandising na atriz da novela e a lista segue até que a informação fique na sua cabeça e você se convença de que não pode mais viver sem aquilo.

As empresas estão erradas? De forma alguma! O comércio move o mundo, gera empregos e faz, principalmente, com que a nossa vida seja menos monótona já que ansiamos por essas novidades. Mas eu vejo aqui dois problemas: um quando algo de gosto muito duvidoso cai no senso comum e outro que as pessoas sintam a obrigação de se uniformizarem com algo que nem sempre faz sentido para elas (sendo de gosto duvidoso ou não).

Um exemplo que ilustra bem o que quero dizer é o das clogs. Até menos de um ano atrás, elas eram abominadas, sinônimos de cafonismo. Aí veio o Karl Lagerfeld e trouxe o ícone para a passarela da Chanel. Porque ele é o "kaizer da moda", de repente, até em grandes lojas de departamento em que, teoricamente, essas propostas só chegavam quando o público formador de opinião já tinha usado até a exaustão, já podemos encontrá-las.

Até aí, acho maravilhoso que tenha chegado tão rápido ao grande público quanto chegou ao consumidor mais privilegiado. É a democratização da moda! O que eu questiono é: Isso quer dizer que você precisa usá-la? Que combina com você? Não! Não necessariamente. Se você não se sentir confortável usando este (ou qualquer outro) modelo, se não combinar com a sua personalidade, com o resto das suas roupas e com o seu estilo de vida, não compre.

Claro, se você quer experimentar algo novo e, principalmente, acha que pode dar certo vá em frente. A moda está aí para isso. Mas esqueça a revista, a novela, a passarela, a vizinha e a melhor amiga. Afinal, quem vai usar é você.

Numa época em que a moda deixa de ter "tendências" para agradar a todos os gostos, me surpreende que as pessoas queiram andar iguais ao resto do mundo.

Érica Minchin trabalha com pesquisa, criação e desenvolvimento de produtos em moda e ministra cursos e palestras sobre imagem e tendências. Ela ensina que aparência é a ferramenta de comunicação não-verbal mais poderosa e estimula explorar as melhores maneiras de fazer uso dela. Contato: contato@ericaminchin.com

Fonte [Vila fashion]

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