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Como tornar o seu sonho em realidade


"Quando eu crescer quero ser bombeiro", diz o menino de quatro anos de idade. "Eu quero ser professora" diz a menina ainda bem pequena.

Ao se tornarem adultas, muitas pessoas não ouvem mais sua criança interior.

Não direcionam seus esforços para a realização dos seus sonhos. Vão se distanciando dos seus desejos e mais tarde sentem-se frustradas. Para realizar os sonhos, é preciso defini-los com toda clareza. Em seguida, estabelecer um plano de trabalho objetivo, de preferência por escrito, registrando-o num diário, agenda ou computador. Quando assinamos um contrato, ele é feito por escrito. Porque não fazer um contrato de responsabilidade com a própria vida também por escrito?

Para liberar a energia necessária para a realização de um sonho é preciso que ele seja da própria pessoa. A tentativa de realizar expectativas ou sonhos alheios não funciona. Só é possível comprometer-se com objetivos se eles forem pessoalmente desejados. A sua vida, hoje, é o que você determinou para ela. Não adianta ficar culpando os pais, os chefes, o governo, a falta de tempo ou de motivação.

As emoções exercem influência em nossa história de vida e em nossas escolhas. Os seres humanos são movidos pelas emoções. Há quatro emoções básicas que regem a nossa vida: raiva, medo, tristeza e alegria. As emoções podem ser vividas de maneiras distintas, dependendo da forma como as administramos. Elas podem nos paralisar ou nos impulsionar rumo aos nossos sonhos.

Todos sentimos medo e tristeza durante vários momentos da vida. É um indicativo de que algo deve ser enfrentado para permitir o nosso crescimento. Isso deve ser feito com estratégia, conhecimento e segurança. De nada adianta viver fugindo de nossos medos. Os fatos tristes da vida não acontecem para trazer uma amargura sem fim. É necessário aprender com eles, dando novo significado ao presente, sem esquecer que o passado não pode ser modificado.

A raiva é um sentimento bastante comum e normal. Só não é normal descarregar essa raiva nas pessoas com quem convivemos. Ela pode ser usada para dar um novo sentido para a vida. Exemplo: uma criança que convive com pais que não se dão bem, e que brigam o tempo todo, pode sentir muita raiva dessa situação. Ela tem duas escolhas: transferir sua raiva para as pessoas, tornando-se agressivo também, ou escolher nunca mais passar pela mesma situação, transformando-se numa pessoa que consegue manter bons relacionamentos no decorrer da vida.A alegria sempre vale a pena. Entretanto, é necessário discernimento para não acabar sendo inconveniente. A alegria usada de forma adequada torna os ambientes saudáveis, evita doenças psicossomáticas e pode dar soluções interessantes para os problemas.

Só você poderá escolher entre vários caminhos para realizar os seus sonhos. Administre seus pensamentos e suas emoções, pratique a arte de ouvir. Seja um bom autor da sua história, fazendo escolhas coerentes com os seus objetivos de vida.
Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.
Por - cyberdiet.terra.com.br
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5 lições para exterminar uma dívida

Dicas de um expert em dinheiro e uma psicoterapeuta para você ver o seu saldo azul
por Karina Hollo e Angela Senra
Conteúdo do site NOVA
Mulher olhando contas
Para controlar os impulsos consumistas, liste o que realmente precisa antes de sair de casa
Foto: Getty Images
1. Reunir todas as dívidas em um só lugar

A teoria
Imagine um balde com um único furo e outro com dez. Qual vazamento é mais fácil de controlar? O mesmo acontece com as suas dívidas. ''A estratégia correta é somar tudo o que deve de cheque especial, cartão de crédito... e pedir empréstimo ao banco'', ensina Cerbasi. ''Assim, além de gerenciar melhor a situação, paga taxas mais baixas. E, quando sentar-se com o gerente, pechinche.'' Facilita a negociação dividir o montante no menor número de parcelas possível.

A prática
Mesmo que você queira se esconder embaixo da mesa do gerente de tanta vergonha, lembre-se de que não é a primeira pessoa a ter de enfrentar essa situação. ''Quase todo mundo possui dívidas, mas só os honestos se preocupam em pagá-las'', lembra Amelia. ''E não se esqueça de que o banco não está prestando um favor a você. Ele cobra juros e lucra com o empréstimo.'' Também vale fazer um exercício de mentalização: ''Imagine-se saindo da agência contente e tranqüila. Se estiver confiante, conseguirá argumentar melhor''.


2. Cortar gastos extras por três meses (e contar aos amigos)

A teoria
Do mesmo jeito que não funciona tomar mais uma cerveja para curar a ressaca, fazer novo gasto não vai ajudar a afogar as mágoas causadas pelo saldo bancário negativo. Cerbasi orienta cortar, por três meses, tudo o que é supérfluo: de manicure e jantares toda semana a encher o carrinho de supermercado com doces e petiscos. ''Para sair do vermelho, é preciso eliminar radicalmente o que não é essencial. Lógico que por um curto período, senão ninguém agüenta.'' Ele garante que, se a dívida for igual ao valor da sua renda mensal, você conseguirá saná-la em 90 dias reduzindo um terço dos gastos por mês. Tomada essa decisão, é importante compartilhá-la com a família e os amigos. ''Assim, eles poderão ajudá-la.''

A prática
Como aceitar a frustração de passar por privações? ''É bom sempre pensar na alegria que você sentirá ao conquistar a paz financeira, em quanto ficará orgulhosa de si mesma por conseguir sair do sufoco e poder pagar um curso ou a reforma do quarto, por exemplo'', diz Amelia. Ela acrescenta que, por contar seu esforço de fechar a torneira de despesas aos amigos, você não corre o risco de se isolar. ''Eles estão aí para dar força nessas horas, propondo programas baratos para o fim de semana e lembrando-a de seu objetivo quando ameaçar fraquejar.''


3. Mudar o padrão de consumo

A teoria
Nesse período de vacas magras, é decisivo trocar as marcas de produtos (como cosméticos) e grifes de roupa que usa por outras mais em conta. ''Não é que nunca mais vai entrar nas lojas de que gosta, mas, se anda gastando além do que ganha, primeiro terá de reorganizar suas contas'', avisa Cerbasi.

A prática
Um truque para facilitar esses dias de dieta financeira é parar de reclamar da vida e posar de coitadinha. ''Em vez de comentar com as amigas que não pode ir com elas àquele bazar badalado porque seu dinheiro foi para o ralo, diga frases positivas, como ‘Hoje não dá, mas me aguardem no próximo!’ Com esse tipo de reafirmação, você fica mais tranqüila, confiante e esperançosa, pois enxerga uma luz no fim do túnel.''


4. Comprar em gotas

A teoria
''Não compensa encher o tanque do carro se, para isso, precisar entrar no cheque especial'', diz Cerbasi. ''Por que pagar juros para adquirir algo que não vai usar imediatamente? Ponha só o indispensável.'' Esse raciocínio vale para a tentação de estocar produtos só porque estão liquidando ou em promoção. ''Você pode até achar vantajoso comprar mais um hidratante com 50 centavos de desconto, mas os juros engolem essa economia'', explica. Então, só compre outro xampu quando o seu acabar.

A prática
Para controlar os impulsos consumistas, Amelia aconselha listar o que realmente precisa antes de sair de casa. ''Se o que acabou foi o desodorante, nada de levar também mais um perfume.''


5. Escrever suas metas a partir de agora

A teoria
Finalmente, Cerbasi aconselha colocar no papel os compromissos que pretende assumir consigo mesma. Tipo: ‘Não usarei o cheque especial’, ‘Vou parar de passar pré-datados’, ‘Guardarei dinheiro para viajar no fim do ano’. Quando pensar em se endividar de novo, olhar suas novas metas servirá de escudo protetor.

A prática
Segundo Amelia, ao escrever seus objetivos, você envia uma mensagem ao inconsciente definindo metas e datas para que elas ocorram. ''E é muito saudável fazer projetos para o futuro, pois quando a pessoa está endividada tem a sensação de que nunca mais conseguirá sair do buraco.'' Por isso, depois de programar como vai quitar sua dívida, imagine quando terá condições de iniciar sua poupança para trocar de carro, por exemplo. Nota 10 para o seu empenho.
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Como economizar e investir

Aplicações podem fazer seu dinheiro poupado crescer, veja as dicas

Guardar dinheiro é uma grande solução para quem vislumbra um futuro ou tem metas a longo prazo. Comprar uma casa, um carro, casar, viajar, abrir um negócio, tudo pode ser possível. Mas será que aquele dinheiro economizado todo mês irá viabilizar seu sonho de consumo? Há maneiras de investir e fazê-lo render ainda mais, trazendo o seu sonho longínquo para uma realidade muito mais próxima. Veja como:

Antes de lucrar é preciso economizar

Segundo o consultor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, André Braz, a pessoa tem que saber o tamanho das despesas e quanto ganha. Uma solução para não gastar mais do que recebe é, pouco antes de começar a pagar as contas do mês, colocar todas as cobranças em um caderno ou planilha. Fazendo isso mensalmente você irá se organizar, ver quais contas corroem o seu orçamento e diminuir as despesas para ter a oportunidade de poupar.

Ao tratar suas finanças com disciplina, há economia no final do mês. Mas é preciso colaboração de todosem casa. Prestar atenção nas contas de luz, gás, telefone pode fazer os gastos diminuírem. "Digamos que uma família monitora os gastos mensais e descobre que a conta de telefone é uma 'eterna vilã'. Ao detectar isso, todos tentarão restringir as ligações, as contas gradualmente irão diminuir e aquele dinheiro será aplicado em uma conta poupança", exemplifica Braz.

Outra dica: "Ao fazer supermercado, faça uma lista de necessidades, não compre supérfluos, não leve crianças que possam influenciar na compra e não vá com fome. Com essas medidas, num curto espaço de tempo, o retorno vem".

Alessandra Monteiro tem 26 anos, é engenheira química e guardou dinheiro suficiente para investir em duas coisas: carreira e casa própria. Primeiro ela juntou economias e fez uma viagem para estudar na Alemanha aproveitando a bolsa da faculdade e, agora, ficou noiva e guardou mais para dar entrada num apartamento. "Eu nunca fui muito de gastar, só fazia com viagem, não tive muita dificuldade. Você tem que criar uma rotina, um hábito de guardar, como se fosse uma dieta", disse Alessandra. "Vejo como próximo objetivo, depois de quitar a dívida do apartamento, comprar um carro", completa.

Depois de economizar, é hora de investir e lucrar

Há dois anos, Mariana Toniolo Barrios, administradora de 25 anos, vinha poupando a maior parte do salário e resolveu aplicar os ganhos para aumentar os lucros. Escolheu dois tipos de investimentos que rendem mais que a tão conhecida Poupança: Fundo de Renda Fixa e o fundo que aplica em ações da Vale, ambos feitos no Banco do Brasil.

Investimento conservador

O Fundo de Renda Fixa, de baixo risco, existe pela necessidade do governo de ter dinheiro para pagar dívidas que estejam vencendo, fazer obras etc. O banco junta todo o dinheiro aplicado por milhares de correntistas e empresta ao governo, cobrando juros que fazem render suas economias. "Muitos clientes investem também nos títulos públicos por serem garantidos e muito seguros. Além disso, são bem rentáveis, chegando até 6% ao ano", afirmou Rodrigo Cavalcante, agente de investimentos da Avanti Investimentos.

A segurança dos Fundos de Renda Fixa vem do costume do governo de honrar suas obrigações, especialmente com os pequenos investidores. Para participar desse fundo, é necessário entrar em contato com seu banco ou ir a uma agência.

Investimento de risco

Já os fundos que aplicam em ações são considerados de alto risco e requerem atenção. A compra das ações só se torna realmente rentável quando estiverem em baixa e, além disso, o lucro não é garantido por ser determinado pelas oscilações domercado. O melhor é procurar seu gerente e avaliar riscos e benefícios. "Antigamente, quando a Vale estava numa "maré de altas", tinha a maior parte da minha poupança nas ações da Vale, considerava um ganho certo. Com a crise de 2008, perdi dinheiro. Passei, então, a investir um montante maior em fundo de baixo risco", relata Mariana, que completa: "Hoje me considero uma investidora conservadora".

Há ainda os clubes de investimentos que você pode formar com, no mínimo, outros dois amigos. Esse grupo geralmente contrata uma assessoria de investimentos que administra a compra e venda de ações e títulos, dependendo do perfil dos envolvidos.

fonte Bolsa de mulher

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Casa e trabalho? Mulheres devem se dedicar também às finanças

Conquistando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, as mulheres têm acumulado funções. Como conseqüência, atividades da casa, filhos, estudo e carreira estão no topo da lista de prioridades que parecem não ter fim.

Sua realidade é outra? Pois morando sozinha, em república ou na casa dos pais, não importa: a correria e a ansiedade de fazer “tudo” bem feito certamente fazem parte do seu dia-a-dia também, certo?

Neste ritmo acelerado, uma outra tarefa, não menos importante, acaba passando muitas vezes despercebida pelo público feminino: a administração de suas finanças. Preocupadas em conciliar compromissos, sejam eles profissionais ou de toda a família, cuidando de cada detalhe com a maior atenção, naturalmente deixam este aspecto de lado, não pela falta de interesse, mas pela força do fator “tempo”!

Informação e disciplina

Na gestão das finanças, alguns elementos são fundamentais:

1. é preciso encarar o assunto como prioridade;
2. buscar o máximo de informação sobre o tema;
3. acompanhar suas contas com a máxima atenção;
4. monitorar seu orçamento com freqüência.

Parece difícil, diante do ritmo frenético? Coragem! Seja disciplinada para ajustar o ritmo no dia-a-dia.

Que tal um teste?

Vamos a um passo-a-passo, onde primeiro você responderá a algumas questões:

1. você costuma ler sobre finanças?
2. tem suas contas sob controle?
3. participa das decisões financeiras da sua casa?
4. preocupa-se com o seu futuro?

Vamos ao resultado. Todas as questões acima merecem resposta SIM, sem exceção. Portanto, se você não foi bem neste pequeno teste, coloque em prática a experiência sugerida abaixo e surpreenda-se com os resultados!

Dedique algum tempo do seu dia à informação. Neste aspecto, o Finanças Práticas pode ajudá-la, e muito, diante da amplitude do conteúdo financeiro educacional e bastante acessível. Procure conhecê-lo melhor a cada dia, como um guia para a construção do seu orçamento.

Isso sem falar em livros de excelente qualidade disponíveis, nos impressos (jornais e revistas) e na TV. Que tal experimentar ler os cadernos de economia e assistir aos telejornais com maior atenção?

Vire o jogo!

É importante que você aprenda a se interessar pelo assunto, conscientizando-se de que ele é fundamental em seu dia-a-dia. Afinal, viver bem significa administrar de forma adequada todos os recursos disponíveis, e o dinheiro faz parte disso.

Envolvida nesta nova dinâmica, procure destinar uma hora na semana para analisar sua situação financeira. Acompanhe seu saldo bancário, monte seu orçamento (aqui você encontrará simuladores que poderão ajudá-la nesta tarefa). Observe com atenção o extrato bancário e todas as informações que as instituições financeiras disponibilizam a você, mas que nem sempre são aproveitadas como deveriam.

Em breve, dando estes primeiros passos, você terá conquistado um grande avanço. Depois, é só manter o hábito saudável, como em uma dieta de reeducação alimentar. Em pouco tempo, você se verá em busca de opções de investimentos, para fazer crescer o dinheiro que conseguiu poupar. Acredite: seu bolso agradecerá pela iniciativa!

Por Finanças Pessoais

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